Grupos anti-São Paulo

IDENTIDADE é o sentimento de saber suas próprias características, a fim de que se saiba a pessoa que se é, sua personalidade, que o tornam único ou peculiar. Uma pessoa sem identidade não sabe o que gosta, nem para onde ir, o que buscar, não sente orgulho de si mesma, auto-estima e amor próprio.
Da mesma forma um povo tem uma identidade, algo de que se orgulha de ser, seus episódios históricos, formação, saber o que o identifica como um grupo peculiar, e assim defender os interesses deste grupo.

Em 32 o povo paulista se uniu contra o fato de São Paulo estar sendo vilipendiado, pela autonomia perdida ao se impor um pernambucano no governo. Pois sabia sua identidade, sentia-se, e afirmava-se paulista.

O maior ato que o Brasil faz contra os paulistas é tentar diluir o sentimento de pertencer a um grupo, para que não se defenda das imposições e subtrações.
Ou seja, se alguém diz: “eu sou paulista”, a imposição brasileira lhe diz: “quem é o paulista?”. Busca confundir, dizendo que não há um grupo com peculiaridades, que isto não é delimitado, que “São Paulo é um caldeirão de culturas, de gentes de outros lugares”. Bem, neste caso o brasileiro também não existe, pois é um mero depósito de imigrantes. Na verdade, são os ingressantes quem devem se moldar ao núcleo cultural existente.
grupelhos

Estes grupelhos fajutos descaracterizam ainda mais a identidade do paulista, pra que ele – o paulista de fato – nem saiba quem é. Servem como meros difusores dos discursos brasileiros, conferindo às queixas paulistas sobre os desrespeitos sofridos, os mesmos apelidos dados pelo Brasil. Usam a Causa para se promover. São desagregadores, atacam paulistas, expulsam, difamam. Fingem exaltar São Paulo com prédios e viadutos, mas atacam os Bandeirantes, criminalizam os que defendem nossa cultura, e defendem o racismo contra paulistas.
Obviamente existem sim gente de outras origens que defendem São Paulo. Mas não se pode basear o discurso pela exceção. Infinitamente mais comum como regra são os que vêem São Paulo como colônia de exploração, não respeitam sua cultura e seu povo. Ora, vamos encarar todos estes como “paulistas por morar em São Paulo”? Muitos dizem amar, mas ao haver um conflito de interesses, defenderá o seu próprio. Ao se bajular o de fora, fere-se o de dentro; para ser simpático e politicamente correto.

Estes grupelhos possuem discurso idêntico ao brasileiro, com relação ao paulista que prega o direito a defender sua cultura. “Racista”, “prega a expulsão”, “quer matar”. Por aí já se pode ver sua índole, que não passam de grupos sem escrúpulos e de alma idêntica e puramente brasileira. Enquanto estes inimigos de São Paulo buscam bajular brasileiros dizendo “todos são paulistas” (inclusive confundindo ainda mais o sentimento de identidade), veja se existe reciprocidade destes brasileiros com relação ao paulista e sua História. Ao contrario só tentam diminuí-la. Qual o resultado? A descaracterização e prostração que nós vivemos, com relação a defesa de nosso estado. Quem quiser que se adapte, se submeta à nossa cultura. Ao invés de, como muitos, pretender vir ditar sobre ela. É hora do paulista ter auto-estima, preocupar-se menos em parecer simpático ao de fora, e ter mais respeito por si mesmo.

O paulista sabe muito bem e identifica quem é, e quem nao é de um grupo cultural.
Vá em Pernambuco, no Acre, em Santa Catarina ver se basta você morar e usufruir, para que o considerem um pernambucano, acreano, catarinense, na cultura. Portanto estes grupelhos que fingem exaltar São Paulo atuam contra nós. Vendem e prostituem São Paulo.

Aquele que criminaliza o paulista por se expressar contra o desrespeito sofrido… endossa o desrespeito praticado. Logo, é um racista contra paulistas. Estes grupelhos não passam de gangs racistas contra paulistas.


MSPI – Movimento São Paulo Independente

O MSPI mente para o público, dizendo que iniciaram na década de 90, tentando passar a idéia de um movimento antigo, sério, e estabelecido. Na verdade, usurparam apenas o nome e símbolos do Movimento do advogado João Nascimento Franco, não tendo relação alguma com o movimento original. Ao contrário, usam-no para atacar outros paulistas. Falsamente tentam enganar as pessoas dizendo que João Nascimento Franco tenha tido qualquer relação com o grupo atual, a fim de conferir um status que não possuem.

Movimento da mentira
Um dito “movimento” mentiroso para o público não tem boa índole, valores, ou é mal intencionado

Dissidente do MRSP (que seguiu por caminho de ideologias utópicas), nasceu como uma promessa de agregar a todos de mesmo ideal. De início defendia a cultura paulista. Porém rápido se corrompeu. Expulsou sem explicação pessoas que participaram das reuniões iniciais de organização, que contribuíam com conteúdos, e que o ajudaram a crescer pondo-os na Mídia. Pretendia-se o movimento único e universal em São Paulo.

franco

O MSPI defendeu o uso de um chapéu de cangaceiro por um candidato ao governo do estado, expulsando os que manifestassem discordância. Questionado para esclarecer o assunto, resume-se a xingar os expulsos dizendo que estes “tomam remédio gardenal”, além de – imorais – não assumirem os próprios atos, dizendo -pasmem! – que a pessoa “inventou a própria expulsão”!

laranjapodre
MSPI expulsou quem pedia respeito a São Paulo. No destaque, racista que expulsa paulistas.

Escândalo! MSPI IGUALA a migração nordestina à imigração italiana!

iguala
Grupelho teve a capacidade de igualar a conduta dos migrantes com os acréscimos benéficos dos imigrantes. Dizendo ainda como se aqueles se adaptassem ao invés de se impôr.

Para o MSPI, “ser paulista é ser branco”.

euro

O MSPI não cumpre nem sua própria Carta de princípios. Imagine se respeitará alguma lei.

mspi

Ao invés do dito na mesma, o grupelho expulsa paulistas que contribuíram, além de difamá-los.

MSPI xinga de “gardenal” e expulsa sem satisfação autores de textos e artigos:

mspi-policia2

Plágios

MSPI rouba conteúdos de outros, colocam o próprio logotipo como autoria, expulsam o autor, e o xingam de “gardenal”. Algo como apreciar a Mona Lisa e xingar Leonardo da Vinci. Além de assinar o próprio nome no quadro. (obs: qualquer material nosso é de uso livre para o bem da Causa, o que obviamente não é o caso).

plagio
MSPI usa conteúdos de pessoas que expulsa

Imagine um país criado por esta gente:

imagine
Assessor de imprensa do grupo ataca mulheres e deficientes

Grupo marginal que – de forma criminosa, cria acusações contra movimentos íntegros, porém – se solicitado mostrar com prints, transcrições, links, etc. para atestar o que acusam – desconversam.

tempdel
Ao se acusar pessoas honestas, o acusador tem o dever de mostrar o local onde constam os atos de que acusa. Do contrário pratica crime

Gang criminosa difamando movimentos sérios e pessoas.

Quadrilha comete crimes contra paulistas. Observe as palavras de vitimismo contra quem se opõe à imposição cultural.

alanazevedo

Esta quadrilha impede a informação, e divulgação de trabalhos chegarem às pessoas, representa grande mal para São Paulo. Já que expulsa e difama paulistas, o MSPI tem o dever de assumir seus atos, e não mais mentir, ao ter expulsado contribuidores.

Esteja claro que estes sujeitos não fizeram nenhuma confusão, com relação à autoria do que acusam. Como se pensassem sem má-fé que o dito por outros pertencessem a nós, ou algo do tipo. E sim sabem muito bem quem é quem, e cometem estes crimes de modo consciente.

giaconi

O que dizer de um bando de marginais que espalha isto acima para difamar paulistas, simplesmente por estes defenderem o respeito a cultura paulista?
Mentirosos.. difamadores.. enfim, bandidos da pior especie. Este é o MSPI, que não representa a causa paulista e é um vexame para São Paulo.
Com esta moral e este caráter, resta-lhes xingar as pessoas de “gardenal”, o debate mais profundo que são capazes de produzir.


Movimento São Paulo Livre

Grupo fajuto que viu na Causa paulista uma oportunidade de se promover. Sem escrúpulos. Nasceu como contrariedade ao MSPI, no tempo que este ainda defendia a cultura paulista. Chamava o MSPI de racista devido a isto na época. O SPLivre nasceu defendendo a imposição de outros estados em São Paulo, e o dever do silêncio do paulista. O fundador é oriundo de pernambucanos e cariocas. Não sendo paulista, tem sua mente centrada em “raças”. Passou a fingir defender São Paulo falando apenas em economia, já que combate a defesa da cultura. Porém, como visa se promover, é capaz de fingir apoio a qualquer causa se notar que é de aceitação. O grupo compete com o MSPI quem organiza primeiro plebiscitos fajutos. Liderado pelo pernambucano, tenta se apresentar como o movimento que representa o separatismo paulista, porém, não contando com legitimidade alguma. Ainda assim infelizmente, pessoas são enganadas ao o encontrarem, quando buscam pelo tema.

O criador do bando faz ameaças na Internet a paulistas que defendem o respeito à Cultura de São Paulo:

SPLIVRE

A mentalidade deste grupelho gira em torno de “raças”. Observe:

loirinhas

Estes bandos são uma ameaça para a causa. Fragmentaram o movimento paulista, fazendo assim um mal imensurável a São Paulo.

Mispino

Enquanto esses grupelhos unem-se ao Brasil para nomear as queixas paulistas de… “racismo” (e assim porcamente posarem de “contra o racismo”), nós dizemos: “lutamos contra o racismo sofrido pelo povo paulista, que são muitos.

O idioma destas quadrilhas são a expulsão, o crime, e a mentira. E querem ser o movimento paulista separatista universal, que representa os paulistas e o separatismo do estado. Não seja enganado.

Paulistas são aqueles que se condóem com a descaracterização de São Paulo.

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