Com a Independência, mudaria alguma coisa para o brasileiro ou descendente que mora em São Paulo?

Vá a qualquer estado do Brasil verificar se aceitam um paulista ditar e impôr, como os migrantes fazem em São Paulo. Apenas o paulista vive sob ameaça estatal, chamado de bandido caso defenda o que é seu. O dever de respeito em São Paulo não é algo que se deve esperar somente para quando houver um país independente, e sim exigir a partir de já. Do contrário, nem independentes seríamos livres. A não submissão começa dentro de nossos espíritos.
O que existe hoje é uma expulsão de paulistas, através de várias condutas. Hoje somos escravos de leis ditadas por outros povos e suas ideologias, pelo governo do Brasil.

O que mudará então?
O migrante deverá ter ciência de que o paulista é o dono da casa. Condutas devem ser adaptadas à nossa cultura. Invasões não poderão ser toleradas. Manifestações culturais devem ser respeitosas. Censura e ameaças judiciais fascistas por expressão de opinião, fora de cogitação. Exigência de gratuidades, deverão fazer a seus governos de origem. Conseqüentemente, coisas como… Ganho e propriedade de imóveis frutos de terrenos invadidos? Coitadismo exigindo da sociedade o dever de suprir suas necessidades e responsabilidades? Processar o paulista porque ele expressou oposição ao seu desrespeito? Condutas invasivas, comércio ilegal, comportamento impositivo? Baderna, incêndio em ônibus, e ataques à polícia? Certamente terão que riscar do vocabulário que estas coisas um dia foram admitidas. Terão que respeitar São Paulo, esta “tortura” para os inquestionáveis. Pouco a pouco a ideologia brasileira entranhada no povo paulista como um câncer, tende a ser dissipada. E assim – ainda que no contexto da modernidade – renascerem nossos valores e o espírito de 32.

Como se nota, para o migrante que já é respeitador e tem estas consciências, que mudança haverá? Mudará apenas o país que estará fazendo as leis sob as quais viverá, e que receberá seus impostos. E verá – esperamos – o patriotismo paulista brotando nas ruas.  No seu dia-a-dia – nas ruas, no trabalho – não notará outras diferenças.

O paulista é oprimido há muito tempo em sua própria terra, tendo que aceitar calado todo tipo de situação que o desagrada. É tempo então dele ser ouvido. Faça-se estas perguntas aos brasileiros: “Você é a favor que o paulista desrespeitado, tenha que se calar em São Paulo?”; “Você é a favor que São Paulo supra suas necessidades, porém o seu imposto indo para fora de São Paulo?” Quem responde ‘Sim’ a estas perguntas, não tem vínculo algum de sentimento por São Paulo.

Forças abstratas são às vezes mais efetivas do que físicas. Imagine um lugar em que a lei seja tão forte, de maneira que um ladrão tema tocar em uma carteira esquecida no banco da praça. E outro, de lei fraca, com robustos muros e portas nas casas. No primeiro, ele será impedido. No segundo, nem fortalezas impedem que quadrilhas usem dinamite para invadir seus limites. Da mesma forma que este poder invisível, o sentimento nas pessoas de defender o que é seu, é mais efetivo do que simples barreiras físicas. São ‘muros espirituais’ de proteção. Aquelas são importantes, mas inúteis se não houver o sentimento. Do contrário tudo se corrói de dentro para fora.

No mundo civilizado obviamente não existe obrigar pessoas a mudarem de endereço, se legalmente adquiridos. Infelizmente ou não, mas isto não existe em país democrático nenhum do mundo. Tratando-se de pessoas sem nenhuma condenação. Não é pelo que gostaríamos. Não há como mudar o passado. Mas sim o futuro.

Ha quem defenda a causa pensando que estao jogando War, e que vamos tomar o poder e fazer um pais ao nosso gosto. Ao contrario, a independencia e’ um processo, no qual o paulista deve se colocar como o dono da casa, nao mais submisso.

Não havendo tolerância a crimes, invasões, ilegalidades, vitimismos, imposições, gratuidades, dádivas, prêmios, benefícios, etc., os próprios discordantes terão que espontaneamente retornar ao lugar onde se adapte.

O que muda é que serão obrigados a respeitar a cultura, costumes, e História paulistas.

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